domingo, 27 de maio de 2018

Brincar - aprender e ensinar com prazer


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     De acordo com a Profa. Dra. Tânia Fortuna, em sua palestra  "Sala de aula é lugar de brincar? Por uma pedagogia do brincar", podemos compreender e refletir sobre a importância do brincar  em sala de aula.
      Todas as crianças brincam e é por meio do brincar que as crianças aprendem sobre si mesmas e o meio que as rodeia.
   Durante a infância, o brincar é fundamental para o desenvolvimento físico, emocional, social e intelectual das das crianças, daí a importância e a necessidade da sua promoção em sala de aula.
   É através dos jogos e brincadeiras, que as crianças desenvolvem habilidades importantes como a atenção e concentração, imaginação, criatividade, habilidades motoras, memória, força, equilíbrio, liderança, controle da ansiedade, reflexão, trabalho em equipe, socialização, raciocínio lógico e estratégico, dentre outras.
    Infelizmente, muitas pessoas ainda não conhecimento do valor da brincadeira no desenvolvimento das crianças. A ideia muitas vezes divulgada é a de que o brincar seja somente um entretenimento, como se não tivesse outras utilidades mais importantes.
     O jogo e/ou brincadeira são formas da criança se expressar, já que é uma circunstância favorável para manifestar seus sentimentos, onde o brinquedo passa a ser a linguagem da criança.
   É de suma importância que tanto a família quanto a escola tenham consciência da necessidade de disponibilizar flexibilidade para as brincadeiras proporcionando momentos lúdicos e prazerosos de aprender e ensinar, contribuindo para o pleno desenvolvimento das crianças.
      Na sala de aula, o brincar entra como recurso pedagógico, que proporciona à criança momentos em que ela pode mostrar sua agilidade através da competição, refletir sobre o fazer, organizar e desorganizar, construir e reconstruir, crescer nos aspectos culturais e sociais como parte essencial de uma sociedade.
   Nas palavras de Ferreiro (1988), Brincar “é divertir-se e entreter-se infinitamente em jogos de criança” Lúdico - “que tem caráter de jogos, de aprender brinquedo e divertimento; é uma necessidade básica da personalidade, do corpo e da mente, faz parte das atividades essenciais da dinâmica humana” (FERREIRO, 1988, p.139).
  
Fonte:
http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-do-brincar-no%20desenvolvimento-da-crianca/4448/
   

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Cultura digital e educação


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   De acordo com o professor Daniel, cultura, estruturas sociais e tecnologias são variáveis interdependentes, ou seja, se influenciam mutuamente uma a outra. Assim, podemos dizer que técnica e tecnologia estão arraigadas nos aspectos culturais, uma vez que a tecnologia está relacionada ao tempo, ao espaço e ao lugar.
     A tecnologia criou novos meios de comunicação, que criaram novas formas de ação e interação no mundo social.
    Novas tecnologias possibilitam a interatividade com o mundo, facilitam o acesso à informação e influenciam como interagimos com outras pessoas, criando novas formas de comunicação e de tipos de relacionamentos sociais, tanto pessoais como profissionais.
    Neste sentido, toda a tecnologia de alguma forma nos condiciona a uma cultura que vai além do próprio uso dela, como por exemplo, mudou a forma de muitas pessoas se comunicarem no dia a dia, onde a presença física para interagir com os outros se torna menos necessária à medida que mais pessoas se comunicam virtualmente, criando novas formas de ação e interação e novos modos de exercer poder, que não mais dependem de uma localização fixa.
      Entretanto, todo esse dinamismo cultural que afeta a sociedade repercute na escola e a educação também sente os efeitos da ampliação desses mecanismos tecnológicos. Por isso, é essencial se pensar qual o papel da escola na preparação dos indivíduos em sua relação com as tecnologias, sendo que  estão presentes em todos os segmentos da vida. 
    Na educação, é preciso que o professor assuma um papel autoral da docência no uso das tecnologias digitais, compreendendo a importância da intencionalidade do seu uso e do seu potencial.
     De nada adianta a escola investir em tecnologias, se o seu uso não for adequado e/ou suficiente para proporcionar transformações e novos conhecimentos. 
      A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), destaca dez competências gerais da Educação Básica, dentre as quais uma está relacionada ao uso das tecnologias dentro da escola: 

- Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.


Referências
https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2410580/mod_resource/content/1/MAriaIsabelCunha_InovacoesPedagogicas.pdf
https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2425153/mod_resource/content/4/SCHLEMMER_O%20trabalho%20do%20professor%20e%20as%20novas%20tecnologias.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/BNCC_EnsinoMedio_embaixa_site.pdf
  

domingo, 13 de maio de 2018

Aquisição da Linguagem


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Durante nossa aula presencial com a professora Aline, podemos compreender o processo de aquisição da linguagem de acordo com a teoria Piagetiana.
Segundo Piaget, a aquisição e o desenvolvimento da linguagem nascem da maturação biológica dos esquemas sensório-motores produzidos pela experimentação ativa da criança com o meio e com os objetos, mostrando-se como um reflexo das capacidades cognitivas.
Neste sentido, as funções elementares vão sendo assimiladas e acomodadas cognitivamente fazendo com que a linguagem seja aprimorada e passe a ser ampliada dos níveis básicos aos níveis mais complexos de aquisição.
A teoria piagetiana sugere que o desenvolvimento linguístico depende do desenvolvimento da inteligência, sendo considerado uma forma de representação desta última. 
Para o teórico, é o desenvolvimento cognitivo que irá possibilitar o nascimento do simbolismo. A função simbólica irá aparecer num conjunto de atividades essencialmente sensório-motoras, onde a brincadeira simbólica tem, portanto, participação relevante para o desenvolvimento da linguagem.
A linguagem é um meio de interação entre relação e construção do conhecimento. 
Desta forma, podemos considerar que tanto para Piaget quanto para Vygotsky, que a construção das capacidades intelectuais e de linguagem, são resultado de um processo de interação do sujeito com o meio social e físico, pois é pela troca entre o sujeito e o meio que a inteligência estrutura-se, sendo a linguagem, produto da influência destes fatores. 

Referências

"AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM". Publicado em 22 de July de 2010. Samanta Demétrio da Silva
"PENSAMENTO E LINGUAGEM: PERCURSO PIAGETIANO DE INVESTIGAÇÃO". Adrián Oscar Dongo Montoya  







segunda-feira, 7 de maio de 2018

Reflexão e Planejamento


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Hoje, ao realizar as leituras dos textos de Rodrigues (2011)  e Rays (2000), e após preencher o quadro sobre os estudos de Rays, pude refletir a partir das ideias principais do texto em relação as práticas pedagógicas da minha escola. 
Como já relatei aqui em outros momentos, tenho estado numa fase muito reflexiva em relação a minha escola e ao meu papel dentro dela. 
Estamos num momento de reconstrução do PPP, que para minha surpresa voltou como pauta de reunião. Digo para minha surpresa, porque numa reunião do início do ano letivo o tema avaliação veio a tona devido a dúvidas de alguns professores, e quando eu questionei que o PPP deveria ser retomado para estudo e discussão pelo grupo, obtive como resposta que ele estava pronto e enviado a SMED. Isto na época me deixou muito incomodada, fazendo com que eu cobrasse uma atitude da direção, o que gerou certo desconforto por parte da equipe (supervisão e coordenação), pois o documento estava sendo organizando por eles. 
Então, ao ler os textos e preencher o quadro, fiquei ainda mais convicta sobre minha preocupação com as questões pedagógicas da escola. Pois, com a retomada do PPP, ficou evidente que itens como: objetivos, conteúdos, procedimentos e avaliação (planejamento), não são contemplados com toda a sua totalidade e importância dentro de proposta metodológica para a escola. 
Porém, questões como estas, que são primordiais ao desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, parecem não ser tão importantes e necessárias para alguns professores. Há uma certa resistência a respeito de se pensar num planejamento que atenda as necessidades dos alunos. Há uma certa resistência em relação ao novo, em experimentar, em mudar, em repensar novas práticas pedagógicas.
Eu, particularmente sou defensora da necessidade de mudança pedagógica e metodológica nas turmas de alfabetização da escola. Inclusive já relatei por várias vezes esta preocupação e esta necessidade visível de se repensar as práticas de alfabetização destas turmas.
Neste sentido, compactuo com Rays, quando diz: "o ato de planejar o ensino revela sempre, por parte do educador, uma atitude axiológica, ética, política e pedagógica, que pode ou não contribuir para uma formação de qualidade dos educandos". Pois, se queremos superar o planejamento tido como um ato mecânico é preciso construir um planejamento que expresse um processo educativo de qualidade. 
Precisamos pensar a alfabetização como algo muito mais relevante que aprender a ler e escrever com criticidade, pois, com a aquisição da linguagem o indivíduo  se torna autocrítico, tem acesso a uma prática historicamente construída que o levam ao empoderamento.
Entretanto, para que isto venha acontecer, o pedagógico deve tornar-se mais político e o político, mais pedagógico. É preciso desenvolver práticas pedagógicas de planejamento reflexivas que permitam a participação de todos e que venham ao encontro das necessidades da comunidade.

Referência:
https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2407153/mod_resource/content/2/Planejamento%20de%20ensino%20um%20ato%20pol%C3%ADtico-pedag%C3%B3gico%20de%20Rays.pdf


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Comênio, o pai da didática moderna


Comênio


       Comênio, filósofo tcheco combateu o sistema medieval, defendeu o ensino de "tudo para todos" e foi o primeiro teórico a respeitar a inteligência e os sentimentos da criança.
       Sem dúvidas, Comênio era um homem a frente de deu tempo. Quando falamos em direito à educação para todos, somos conscientes que este é um princípio que só surgiu há algumas dezenas de anos. Entretanto, elas já eram defendidas em pleno século 17 por Comênio (1592-1670), o pensador tcheco que é considerado o primeiro grande nome da moderna história da educação.
       Na sua obra mais importante, Didactica Magna, Comênio marca o início da sistematização da pedagogia e da didática no Ocidente.
       No livro, o pensador realiza uma racionalização de todas as ações educativas, indo da teoria didática até as questões do cotidiano da sala de aula. A prática escolar, para ele, deveria imitar os processos da natureza. Nas relações entre professor e aluno, seriam consideradas as possibilidades e os interesses da criança. O professor passaria a ser visto como um profissional, não um missionário, e seria bem remunerado por isso. E a organização do tempo e do currículo levaria em conta os limites do corpo e a necessidade, tanto dos alunos quanto dos professores, de ter outras atividades.
       Comênio não foi o único pensador de seu tempo a combater o pedantismo literário e o sadismo pedagógico, mas ousou ser o principal teórico de um modelo de escola que deveria ensinar "tudo a todos", aí incluídos os portadores de deficiência mental e as meninas, na época alijados da educação, defendia o acesso irrestrito à escrita, à leitura e ao cálculo. Queria ligar pesquisa empírica (ciência), racionalidade filosófica e revelação religiosa para uma apreensão unitária, orgânica, integral da realidade. E queria tornar esse conhecimento acessível a todas as criaturas humanas. Ensinar tudo e todos – para que a humanidade se organizasse com os valores da fraternidade e da paz.
       "Esta perspectiva explica também a seriedade, com a qual Comênio abordou a questão educacional e a necessidade de dar uma educação a todos, homens e mulheres, de todos as classes sociais, de forma igual (Reble, 1987, p. 110)".
        Neste sentido, vale destacar quatro elementos importantes da pedagogia de Comênio que se fazem necessários nas escolas da atualidade: a consideração do aluno; o ensino igual para todos; o realismo do ensino e o bom relacionamento entre professor e aluno como fundamento para a aprendizagem.
        Comênio faz uma leitura cuidadosa e perspicaz de seu tempo. Percebeu que o bom professor não se faz em sala de aula com os métodos tradicionais de ensino. O bom professor é aquele que vive o seu tempo histórico-social, o registra e o leva para a sala de aula dando-lhe uma forma didática adequada para que os alunos aprendam de forma sistematizada o conteúdo e o constituam como parte de resposta aos problemas postos pela sociedade.


Referências:
https://novaescola.org.br/conteudo/184/pai-didatica-moderna-filosofo-tcheco-comenio

https://www.cartacapital.com.br/educacao/carta-fundamental-arquivo/o-pai-da-didatica








segunda-feira, 9 de abril de 2018

Pensando...Repensando...


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       Bem, não há como negar que o PEAD tem sido um curso enriquecedor em termos de conteúdo, conhecimentos, trocas de experiências e muitas aprendizagens diversas. 
       Entretanto, acredito que o mais importante é a motivação a respeito do pensar e repensar o nosso papel dentro da escola. Somos diariamente desafiadas a refletir sobre os nossos atos e nossas atitudes. Somos diariamente desafiados a tomar consciência daquilo que fazemos e deixamos de fazer. Somos diariamente desafiados a cumprir com a nossa função e a cobrar para que cada um cumpra a sua.
       Reflexão, palavra chave para pensar e repensar que toda ação tem uma reação.
       Nestes últimos tempos, tenho me percebido ainda mais reflexiva do que habitualmente sou. Digo isto em função das interdisciplinas, das leituras e das ricas trocas de experiências a que somos oportunizadas a compartilhar.
       Pensando conscientemente, posso dizer com toda convicção que a reflexão é uma das práticas indispensáveis e indissociáveis acerca do trabalho docente, assim como, a participação coletiva acerca das tomadas de decisões dentro da escola.
       Porém, também não há como negar que infelizmente ainda encontramos resistência e acomodação tanto nas decisões coletivas como nas mudanças de cunho epistemológicos. 
       Precisamos de mais práticas permanentes de reflexibilidade. Nesse sentido Nóvoa (1992), p. 13, defende que:

                                        [...] a formação não se constrói por acumulação (de cursos, de                                                    conhecimento ou de técnicas), mas sim através de um trabalho de                                                reflexividade crítica sobre as práticas e de (re)construção permanente                                          de uma identidade pessoal. Por isso é tão importante investir a pessoa                                          e dar um estatuto ao saber da experiência. 


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Indisciplina


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       Diante de algumas situações de indisciplina ocorridas na escola, em especial uma que aconteceu em decorrência de uma saída de turmas ao cinema, onde após, uma aluna do oitavo ano agrediu verbalmente com palavrões e com gestos obscenos a diretora da escola. 
       Esta cena desencadeou uma série de comentários distorcidos e desenfreados não só dentro da escola, como também na comunidade.
Na tentativa de resolver esta situação, a direção conversou com a mãe e com a aluna, ponderando o acontecido e convencendo ambas que seria melhor uma transferência da aluna a fim de acalmar os ânimos e manter a ordem na escola.
       Hoje, olhando meu face, por acaso me defronto com um excelente artigo que aborda o tema indisciplina de uma maneira esclarecedora, reflexiva e de cunho democrático. Ou seja, bem ao encontro a tudo o que tenho tentado refletir e construir dentro da escola, um espaço mais participativo e democrático, onde as tomadas de decisões sejam a partir das discussões do coletivo diretamente envolvido. 
       Entretanto, concordo com a frase do artigo em que diz: "Para que não haja problemas sérios de indisciplina, é necessário que a escola se preocupe em construir a disciplina que deseja", ou seja, tudo é construção
        De acordo com o Professor e Diretor Claudio Neto, em suas experiências e vivências "escolas que não compreendem a necessidade de considerar a participação dos alunos tem enveredado pela via da repressão e do disciplinamento".
       "Em contrapartida, aquelas escolas que obtiveram êxito no processo de construção da cultura de paz foram aquelas que apostaram na participação dos alunos e da comunidade escolar", e cita alguns fatores do sucesso:

        - As  regras:
        Repactuar as regras com a participação dos alunos e da comunidade, começando dos direitos para depois tratar dos deveres, ainda que eles também sejam importantes. Este gesto sinaliza que a função da regra não se limita a restringir, mas garantir direitos também. 

        - A coerência:

        Zelar pelo cumprimento das regras é tão importante quanto estabelecer o que deve e o que não deve ser feito. Há coisas que devem ser feitas por todos da escola e não apenas pelos alunos. Pois, na maioria das vezes são as incoerências que inviabilizam a validade das regras no contexto escolar.

       - Os dispositivos de acompanhamento e solução de conflitos:


       Evidentemente não basta criar boas regras e nem considerar a participação dos alunos apenas no momento de elaboração delas. Estabelecer as maneiras de resolver os impasses e envolver os alunos nisso também é fundamental.
         - A impessoalidade da regra: 
       Parece redundante e óbvio falar em regra impessoal, mas entender isso é fundamental para o sucesso da construção da disciplina na escola. Afinal, nem toda obviedade é tão óbvia como parece ser, principalmente em uma organização plural como a escola. Nas escolas em que as regras não são claras, ou o desrespeito a elas é flagrante, os desfechos variam de acordo com as pessoas responsáveis em fazer a mediação e, principalmente com o humor dessas pessoas no momento da mediação. 
      Democracia e aprendizagem: 
      Os grandes fundamentos da cultura de paz na escola. O acesso ao conhecimento – bem cultural produzido social e historicamente pela humanidade e veiculado na escola – é a grande razão de existir dessa instituição e dos educadores.  Afinal, a aprendizagem é um fator organizador da disciplina e não o contrário. Onde, acesso ao conhecimento deve ser visto como parte do processo democrático na escola e não apenas a participação nos momentos de escolha e de decisão. Se isso for devidamente compreendido teremos a máxima que deve ser observada por todas as escolas: não basta à escola ser democrática, ela deve promover a democracia.
Referência:
https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1964/como-construir-a-disciplina-e-o-clima-de-paz-na-escola ( acesso em 02/04/2018).
* Claudio Marques da Silva Neto é diretor da EMEF Infante Dom Henrique, em São Paulo. Tem experiência em direitos humanos, formação docente, cultura escolar, indisciplina, violência e gênero. É mestre e doutorando em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Indisciplina e Violência Escolar: dilemas e possibilidades.