quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Tempo...

     Como já diria o grande Cazuza, “o tempo não para”. Quer você queira ou não, ele está sempre correndo com toda disposição do mundo. Mas, afinal de contas…
O que é o tempo?
     O tempo, é uma coisa estranha. Nós todos parecemos experimentá-lo da mesma forma, mas, às vezes, ele passa mais rápido para mim do que para você. Ou mais lentamente. E parece que quanto mais velhos a gente vai ficando, mais rápido ele passa.
     Várias teorias tentam explicar o que é o tempo, entretanto, nós não somos bons em perceber o tempo. Mas, uma coisa é certa, o tempo simplesmente é.
     Por isso, precisamos é aprender a usar o tempo com sabedoria e a nosso favor, afinal, não podemos fazer o relógio voltar atrás.
     A arte de gerenciar o tempo é uma habilidade essencial para o sucesso em qualquer atividade, especialmente daquelas que requerem uma prolongada concentração mental, como a geração de ideias criativas e inovadoras.
     Todos nós temos muitas coisas para fazer e nunca temos tempo suficiente. Esta é a frase que me descreve neste final de ano letivo.
     Porém, administrar o tempo é mais do que controlar as horas, é o gerenciamento de nós mesmos em relação ao modo como dispomos do tempo. É a arte de organizar, programar e orçar o próprio tempo com o propósito de se tornar mais eficaz e produtivo. 
     Portanto, a proposta para o próximo ano é administrar melhor o tempo, com organização e disciplina.
     Em resumo, nós simplesmente não temos ideia do que fazer com o tempo, mesmo sendo escravos dele todos os dias. Até a questão mais simples relacionada com essa variável é uma grande incógnita, capaz de dar um nó cego nos cérebros mais inteligentes.
Fontes: http://hypescience.com/o-que-e-o-tempo/
             http://criatividadeaplicada.com/2009/11/28/como-usar-melhor-o-seu-tempo-e-se-tornar-mais-eficaz-e-produtivo/


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Refletindo sobre a apresentação do Projeto





De acordo com a Wikipédia, o projeto de aprendizagem é uma pedagogia construtivista que tem como propósito promover aprendizado profundo através de um enfoque baseado em indagações para engajar os alunos com questões e conflitos que sejam ricos, reais e relevantes a suas vidas.

Realmente, a palavra aprendizado é a descrição perfeita para as apresentações dos projetos realizados na última semana. Foi um momento extremamente rico em trocas, superações, indagações, pesquisas e informações relevantes às nossas vidas.


No começo, parecia tudo tão distante, tão difícil e assustador, entretanto, aos poucos as coisas foram tomando forma e surgindo. Mesmo com os desencontros, o pouco tempo e o faz e refaz, tudo acabou saindo dentro do possível. 
Mas, uma coisa posso afirmar, foi uma noite de muitas aprendizagens, de muitas trocas e, é claro, de acreditar que somos capazes, que através dos erros, das dúvidas temporárias e das certezas provisórias, estamos em constante aprendizagem, em contínuo processo de construção do conhecimento.

                                             "A vida é um constante ato de aprendizagem" (Piaget)



sábado, 10 de dezembro de 2016

A Educação pode salvar?

      
      Após algum tempo, sem tempo, sem assunto ou com muitos assuntos em mente para resolver, hoje, resolvi postar.
      Pois, fiquei chocada ao assistir a revelação da Polícia Federal sobre a fraude envolvendo professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que desviavam dinheiro das bolsas de estudos oriundas de programas federais de incentivo à pesquisas, em benefício próprio e por pura ganância.
      Diante desta crise de corrupção no quadro político do país, onde pensamos que nada mais de estarrecedor possa acontecer, eis que surge esta chocante e triste notícia. 
      Afinal, assistir a todo momento novos nomes de políticos incorporarem a lista da corrupção do país, até parece presumível, pois, é quase uma "máfia" eleita e enraizada. Porém, assistir ao resultado de uma investigação da Polícia Federal sobre o envolvimento de professores de uma Universidade Federal, posso dizer que é o fim dos tempos.
      É inadmissível e preocupante de saber, que aqueles que estão à frente da educação, que fincam lutas por igualdades, por investimentos, por qualidade, por justiça, por ideologias, que se dizem ser formadores de opiniões, estejam envolvidos em um crime com este nível e proporção.
      Como disse o delegado Alexander Isbarrola:
                                                       
                                                           "Olhamos para o caso com preocupação e tristeza. Sempre pensamos                                                                         que a educação pode salvar. No entanto, vemos pessoas nos mais                                                                             altos cargos da academia usando recursos públicos para si".
         

      Então:
      Em quem confiar?
      Em quem acreditar?
      Será que as pessoas tem solução? 
      Será que nosso país tem solução? 
      Até quando o poder e o dinheiro irão prevalecer ao que é justo e correto?
      Será que realmente a educação pode salvar?


Fonte:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2016/12/professores-da-ufrgs-sao-presos-por-fraude-em-bolsas-de-estudo.html

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Violência x Impotência


             Resultado de imagem para imagens que representem medo


           Desde quinta-feira passada, estas são as palavras que repercutem dentro e fora da nossa escola. Isto se dá, devido ao assalto sofrido por um colega dentro do pátio da escola, onde foi agredido com coronhadas e teve seu carro levado pelos assaltantes. Durante o assalto, duas colegas que também se encontravam no pátio naquele momento, foram ameaçadas com a arma.   
           O sentimento de impotência e a indignação em função da violência sofrida pelo nosso colega, geraram uma motivação para que através de protestos com a mobilização dos professores, alunos e comunidade, pedíssemos providências, solicitando segurança ao nosso local de trabalho. Para isto, realizamos uma parada e fizemos uma vigília na frente da escola, onde solicitamos a presença do sindicato, da imprensa e da brigada militar, para juntos pedirmos ajuda aos órgãos competentes.
              Esta, é uma parada no tempo habitual de aula, que serviu como reflexão para conscientização dos direitos, para reforçar as parcerias escolaxcomunidade e exercitar a cidadania.
          Afinal, esta violência dentro do espaço escolar, é mais uma derrota da educação.
         

domingo, 2 de outubro de 2016

Gaiolas ou Asas

                                     Resultado de imagem para imagens de crianças em desenhos livres brincando
     O texto Gaiolas ou Asas, de Rubem Alves, proporcionou uma boa reflexão em relação ao que nós professores queremos para nossos alunos. É um texto pequeno e simples, mas de uma grandeza de olhar, pensamento e significado.
     O incrível de se pensar, é que este é um texto extraído de um livro de 2002, e que passados 14 anos e ainda estamos presos a estas gaiolas. Gaiolas estas que nos prendem por diferentes motivos, seja pela falta de investimentos, de qualificação, de modernização, de oportunidades, de direitos preservados e de respeito a individualidade e a liberdade de cada um.
     Sem dúvida, os aforismos citados pelo autor continuam presentes e são visões que precisam ser pensadas e repensadas, são conquistas que precisam ser lutadas diariamente e que precisam ser oportunizadas para que cada um aprenda a voar com suas próprias asas.
     De encontro a estas ideias visionárias de Rubem Alves, aproveito para citar este pequeno parágrafo que descreve a importância de se dar asas as nossas crianças, em que diz:

      "Como pais e educadores, deveríamos nos preocupar menos em classificar as crianças pelo seu nível de inteligência, e nos focar mais em ajudá-las a identificar seus talentos e aptidões, e a cultivá-los." (Jacob Pétry)
                                                  

domingo, 3 de julho de 2016

                                   mundo-da-musica
     Pesquisando e realizando algumas leituras que vão de encontro as nossas interdisciplinas, achei este artigo em uma página da web que fala da importância da música na sala de aula, que além de ser utilizada como terapia psíquica para o desenvolvimento cognitivo, é também uma forma de transmitir ideias e informações, fazendo parte da comunicação social.
         De acordo com o professor de história, Milton Joeri Fernandes Duarte, autor da tese de doutorado A música e a construção do conhecimento histórico em aula, a música facilita o ensino da história pois cria empatia entre aluno e professor e forma um referencial de memória para os alunos, facilitando assim, sua relação com o conteúdo.    
          Foi a partir da sua experiência em classe que ele resolveu estudar até que ponto a linguagem musical auxilia no ensino da história e como professores e alunos que não possuem conhecimentos de linguagem musical conseguem trabalhá-la em sala de aula.
           A partir dos estudos teóricos, da análise de campo e das entrevistas, Duarte chegou ao conceito de consciência musical. "A música forma um referencial de memória. Por isso existem as músicas que marcam a vida de uma pessoa", afirma. Esse conceito é ligado à consciência histórica, que é a forma como a pessoa se posiciona perante a sociedade e os fatos históricos, dependendo da experiência de vida e das situações sociais e econômicas que ela vive.
          Dentro da sala de aula, a música aproxima a memória individual do professor com a dos alunos. A maior parte de consciência musical não é criada na escola, mas vem do cotidiano familiar. Por isso é necessário que o professor contextualize as canções que mostre aos alunos e que se proponha a conhecer o que os alunos gostam de ouvir para haver maior empatia entre eles.
         
 Música e realidade
         O pesquisador retoma uma ideia de Arthur Schopenhauer, filósofo alemão de século 19, que diz que a música é o máximo da expressão artística, é a arte que mais se aproxima da realidade por ter maior carga emocional que as outras. "As pessoas são tocadas emocionalmente pela música. Por isso professores e alunos que não dominam a linguagem musical conseguem trabalhá-la em sala de aula", explica. Segundo Duarte, mesmo aqueles que entendem de música são inicialmente atingidos pela emoção. "Só depois que a pessoa pode parar e pensar com o conhecimento técnico que ela tiver. 

 Descritivo: Quando pensamos em música, logo imaginamos o ouvido como órgão importante de sentido, mas é o cérebro que interpreta as ondas sonoras recebidas pelo ouvido.
          Assim como todos os sentido externos do corpo humano (audição, olfato, tato, paladar, visão) a audição é resultado de uma interpretação cerebral. Quanto mais rica for a música em seus diferentes sons (agudos, médios e graves), timbres (cordas, sopro e percussão), ritmos (pulsações), velocidade (notas longas, médias e curtas), intensidade (forte, média e fraca) com harmonia (combinação de sons simultâneos), mais o cérebro de quem a ouve será estimulado.
        A música, arte de combinar os sons, é uma  excelente fonte de trabalho escolar porque, além de ser utilizada como terapia psíquica para o desenvolvimento cognitivo, é uma forma de transmitir ideias e informações, faz parte da comunicação social.
             Segundo os PCN
                    
                     "(...) As oportunidades de aprendizagem de arte, dentro e fora da escola, mobilizam               a expressão e a comunicação pessoal e ampliam a formação do estudante como cidadão,               principalmente por intensificar as relações dos indivíduos tanto com seu mundo interior               como com exterior" (PCN, Arte, Introdução, 1998, p.19).

             Sendo assim, é fundamental repensarmos o papel da música na escola, buscando condições necessárias para que possa ter um valor significativo no processo de educação escolar.



Fonte:http://saturnizinforma.com.br/2016/06/27/musica-na-sala-de-aula-artigo-mais-26-sequencias/
 










        
         
         





segunda-feira, 27 de junho de 2016

Projeto de Aprendizagem


      De acordo com Wikipédia, o projeto de aprendizagem é uma pedagogia construtivista que tem como propósito promover aprendizado profundo através de um enfoque baseado em indagações para engajar os alunos com questões e conflitos que sejam ricos, reais e relevantes a suas vidas. Quando podemos ver que o aluno tem algo a oferecer, vemos que este conhecimento prévio pode e deve interagir com o desconhecido, e assim apropriar-se dos conhecimentos específicos referentes a escola.
      Então, pensando na interdisciplina do Seminário Integrador, resolvi buscar o significado para Projeto de Aprendizagem. Eis que me deparo com uma explicação que descreve exatamente como estou me sentindo em relação a este projeto: cheia de indagações, com muitos conflitos e interagindo com o desconhecido.
     Resumindo: neste momento eu sou o próprio projeto de aprendizagem em pessoa.